Hoje sinto que perdi um pedaço de mimDécio
que uma grande parte de mim se desvaneceu
Quando todas as outras portas se fecharam
tu abriste-me a tua, cuidaste de mim como
ninguém e hoje em dia o que sou devo a ti
fizeste-me passar bem pelos momentos mais difíceis
e estavas lá para mim quando pouco mais eu tinha!
Vivias para dar o que podias,
Trabalhavas imenso…
Sempre foste uma mulher de armas,
e nada te podia faltar enquanto trabalhavas
Tudo o que fazia era bem feito!
Tinha o seu feitio,
Mas a isso, nada lhe era combatido
Pois, quem mal aos seus fizesse,
a ela a incitava.
Perdi-a…
Com imensa dor que não recupero,
mas a ela, neste Mundo tudo devo
Espero que para onde vás, alguém
cuide de ti como tu dos outros cuidas-te
A ti desejo-te tudo de bom!
e que algum dia nos reencontremos!
:(
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Começou assim
Á uns anos atrás, andava eu na escola secundária e o meu professor de informática da altura (um porreiraço, dava-me boleia para a escola para não ter que subir o caminho do combóio a pé) emprestou-me este livro. Ainda estou para lhe entregar, quando o vir vou certamente lembrar-me disso (e do nome do homem, esperemos).
Hoje em dia não programo mais em basic, brinco com coisas bem mais giras, no entanto foi o que me fez despertar para o que hoje é a minha profissão (e acho que tenho algum jeito, modéstia á parte).
Casa nova
Hoje cheguei a casa ás nove e meia da noite, coisa rara. Não chegava tão cedo a casa desde... bem, desde que me lembro na verdade. Desde que cheguei aqui á capital sempre fui morar para cascos de rolha, primeiro para os lados de queluz, depois (achando-me fino) para cascais. O resultado disto é que estás sempre refém de ter que pegar no carro para chegar a casa, e se trabalhares ás mesmas horas que o povaço estás tramado que vais ficar no trânsito como toda a gente.
A modos que vir para mais ou menos perto do trabalho e não ter que pegar no carro todos os dias, é algo de verdadeiramente refrescante. Pena a vista, só se vê prédios daqui, bah!
Mas não se pode ter tudo, não é verdade?
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Chilling
Ainda me lembro da primeira vez que ouvi esta música. É daquelas músicas que deve-se ouvir num carro com um bom conjunto de colunas a um volume bem generoso.
Gosto especialmente de fazer o trajecto pela marginal á noite a ouvir isto.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Gosto de palavrões
O título não é meu, se bem que tenho o hábito de soltar um palavrão, fora do seu contexto concreto e significado, claro está :)
O texto é do Miguel Esteves Cardoso e é brilhantemente lido por Miguel Guilherme. Porquê o vídeo e não uma cópia do texto? Porque a cópia do texto provávelmente faria com que este blog deixasse de ser susceptível de ser lido por menores.
Divirtam-se :)
O texto é do Miguel Esteves Cardoso e é brilhantemente lido por Miguel Guilherme. Porquê o vídeo e não uma cópia do texto? Porque a cópia do texto provávelmente faria com que este blog deixasse de ser susceptível de ser lido por menores.
Divirtam-se :)
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Tempo
O tempo é como um punhado de areia, por mais que se tente segurá-lo na mão ele arranja sempre forma de se escapar por entre os dedos.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
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