terça-feira, 26 de outubro de 2010
Chilling
Ainda me lembro da primeira vez que ouvi esta música. É daquelas músicas que deve-se ouvir num carro com um bom conjunto de colunas a um volume bem generoso.
Gosto especialmente de fazer o trajecto pela marginal á noite a ouvir isto.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Gosto de palavrões
O título não é meu, se bem que tenho o hábito de soltar um palavrão, fora do seu contexto concreto e significado, claro está :)
O texto é do Miguel Esteves Cardoso e é brilhantemente lido por Miguel Guilherme. Porquê o vídeo e não uma cópia do texto? Porque a cópia do texto provávelmente faria com que este blog deixasse de ser susceptível de ser lido por menores.
Divirtam-se :)
O texto é do Miguel Esteves Cardoso e é brilhantemente lido por Miguel Guilherme. Porquê o vídeo e não uma cópia do texto? Porque a cópia do texto provávelmente faria com que este blog deixasse de ser susceptível de ser lido por menores.
Divirtam-se :)
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Tempo
O tempo é como um punhado de areia, por mais que se tente segurá-lo na mão ele arranja sempre forma de se escapar por entre os dedos.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Shift to reverse
Love it!
Quanto se pouparia com isto?
A verdade é que pagamos tanto por um trabalho de tão pouca qualidade da nossa classe política. Os suecos podem dar umas ideias aos políticos cá de baixo.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Balada de Hill Street
Vi no outro dia o primeiro episódio da Balada de Hill Street, que passa agora no canal Fox (presume-se que o leitor tenha tv por cabo, ou que tenha mais de 30 anos). Para quem não sabe, e há de haver muita gente nesta circunstância, a Balada de Hill Street foi uma série de 1981 (que depois se prolongou por várias temporadas) que mostrava o dia-a-dia de uma esquadra de polícia num bairro pobre de Nova Iorque. Era fanzaço da série, porque na altura em que passou na rtp madeira eu devia ter entrado á pouco na escola e aquilo tinha polícias e ladrões, carros em perseguições, e polícias que rosnavam aos bandios, e um gatinho que miava no fim. A, e a super mulher no elenco.
Do argumento pouco mais me ficou na lembrança do que já descrevi, por isso é curioso assistir á mesma série passados vinte e tal anos. Sendo uma série que essencialmente dramatiza o quotidiano, é uma tarefa engraçada assistir aos episódios e fazer um exercício de "descubra as diferênças", senão vejamos:
- Em 1981 era permitido fumar em todo o lado, transportes, bares, restaurantes, e esquadras da polícia. Aliás, parecia ser uma coisa meio que socialmente bem aceite, já que na série parece que toda a gente fuma.
- Calças justas á boca de sino presas pelo umbigo, era coisa que se via por todo o lado, e aparentemente dava um ar macho ao seu utilizador.
- Bigodaços fartos eram um acessório de moda imprescindível para todo o homem que se quisesse afirmar como moderno.
- Telefones fixos com marcadores rotativos eram coisas do dia-a-dia (o primeiro telefone lá de casa, em 1984 era daquele género).
- O David Caruso, o famoso Horatio Caine do CSI Miami fazia um papel ridículo de lider de um gang de jovens irlandeses (?!) chamados "the shamrocks" e vestia-se de gnomo, exibindo com orgulho um chapéuzinho verde e a sua famosa cabeleira vermelha.
- Em suma, toda a gente parecia saída de um vídeo dos Village People.
- Já haviam pagers em 1981, o que me deixou estupefacto. E para que serviam? Para interromper alguém que ia imediatamente meter um "quarter" na cabine telefónica para telefonar ao remetente.
É curioso também olhar para os episódios de uma forma mais global e ver que á 30 anos atrás falavam-se essencialmente das mesmas coisas que se falam agora, da corrupção na política, da falta de oportunidades de emprego, da exclusão social, do fosso entre ricos e pobres... na verdade a condição humana é uma coisa meio que intemporal, e tenho a certeza que uma criança que hoje assista ao CSI e reveja a série daqui a 25 anos vai ver que, tirando o facto de as pessoas deixarem de se vestir de forma tão ridícula, continua tudo igual, somos todos o que somos.
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