quinta-feira, 27 de maio de 2010

All packed

Uma fina selecção de roupa enfiada á pressa para dentro de uma mala junto com um conjunto de outras coisas que poderão ou não dar jeito a um gajo. Estou pronto para atravessar mais um oceano. Agora bora dormir um bocadito :)

Boas férias para mim!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Oh porra...

Uma e cinquenta da manhã... belo momento para a máquina de lavar dar o berro...

Já aceitei a empreitada de arranjar da dita-cuja. Não há de ser muito complicado, já arranjei coisas mais complexas.

Actualização:
Tive que deixar a ferramenta e ir para a cama por falta de material (e excesso de sono). Como a cama é boa conselheira, acordei e voltei á labuta. consegui identificar a peça prevaricadora e arranjá-la. O que era? Uma reles moeda de 10 cêntimos presa na bomba de escoamento.

Sucesso!!:)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O mundo é pequeno

Hoje foi a minha terceira tentativa para tentar ser atendido por um médico no centro de saúde. Das últimas duas os médicos não apareceram, por isso tive que voltar a tentar, mas desta foi de vez, consegui.

Por sorte fui atendido por um médico madeirense, que por coincidência vim a descobrir que era pai de dois amigos meus de escola, com quem não falo á quase 20 anos. Já estive várias vezes na casa do homem, e só agora é que o vim a conhecer, passado tanto tempo.

Fez questão de telefonar para um dos filhos e colocar-me ao telefone. Tem a mesma idade do que eu, teve uma filha por estes dias, fiquei a saber.

O mundo é mesmo pequeno

Saudades


Nestes dias dou por mim a pensar na vida. Sei que é cliché, o acto de pensar na vida... se calhar não. Passamos a maior parte da vida sem nunca na verdade pensar nela. Ouvimos uma musica bonita e lembramos um momento, cheiramos algo na rua e lembramo-nos de um lugar, vemos alguém a dançar e lembramo-nos de uma pessoa. Não sei se o facto de passarmos a maior parte do tempo num estado de letargia faz com que estes momentos sejam mais especiais, se por outro lado passamos a vida num modo de piloto automático por sabermos de facto que estes momentos são tão efémeros que nunca são nossos, são nos emprestados. Passam pela nossa vida para que nos possamos lembrar deles mais tarde. Todos os dias existem milagres que nos saltam á frente mas que nem damos por nada, continuando as nossas vidinhas numa eterna monotonia. Mas a monotonia é uma dádiva se conseguirmo-nos com ela nos abstrairmos da agonia do vazio. O quotidiano serve para equilibrar a mente, serve como contraposto á agonia de deitarmo-nos na cama e ter que pensar. Por outro lado, acordar e ver o sol é como uma forma de o mundo nos dizer que as coisas não são tão más - estás vivo para mais um e vais cá estar para muitos mais.

Faltam-me pessoas, tantas pessoas que passaram pela minha vida, fizeram e vão sempre fazer parte dela. Agonio por pensar que não posso ter toda a gente aqui comigo, agonio por pensar que alguns nem posso ter por perto sequer... e é isso que me enche a alma - pessoas. É isso que me dá razões para viver... no entanto, tal como um cruel agente do destino, há sempre aquela parte de mim que me faz sempre lembrar do quanto sou efémero e de como todos os que me são especiais o são também. Viver com esta certeza de que as pessoas são efémeras agonia-me e revolta-me. Não quero, não aceito. Tenho aquele sentimento sempre presente que vou perdê-los, não quero.

Beleza

Ás vezes, no stress do quotidiano de uma grande cidade, vale a pena parar para observar pequenas maravilhas que brotam por todos os lados sem nos darmos conta. Hoje depois de estacionar o carro e enquanto caminhava para o metro, deparei-me com um cheiro maravilhoso que emanava de qualquer lado. Segui o cheiro e encontrei esta pequena árvore lindíssima.


A meio de grafitis, trânsito, buzinas e lisboetas antipáticos, qualquer coisa de bonito no meu dia.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Mais impostos



Não me faz muita comichão pagar mais 2 ou 3 porcento de impostos todos os meses para tirar o meu país do lamaçal, a sério que não me importo. O que me chateia é irresponsabilidade com que ele é gasto pela classe dirigente. De cada vez que o governo acha por bem meter umas notas nos bolsos dos bancários e construtures civís e percebe que fez merda, não tem outra solução em ir aos bolsos da malta do costume, dando uma palmadinha nas costas dizendo "bom rapaz, desta vez vamos usar muito bem o teu dinheiro". A verdade é que não usam bem, não há medidas de corte nas despesas do estado que se vejam, e um grosso do bolo do capital cedido ao estado pelos contribuintes é colocado nas grandes empresas de construção e nos bancos, não se sabe bem a troco que quê.

Vi agora os políticos do bloco central a anunciarem na televisão que nos vão roubar mais um bocadinho, e desta vez fiquei com a nítida sensação que estavam envergonhados. Todos fizeram merda, o primeiro ministro, o ministro das finanças, o ministro das obras publicas... o governo todo.
Políticos a sentir vergonha, eis uma novidade para mim, no entanto quando questionado sobre as grandes obras públicas, Teixeira dos Santos disse que o financiamento não é proveniente do Orçamento de Estado mas de investimento privado e que "as grandes obras públicas foram sujeitas a concurso e adjudicação e o Estado já tinha assumido compromissos". E com os portugueses, ele não tinha assumido um compromisso? Aparentemente é menos gravoso falhar compromissos com todos nós do que com meia dúzia de barões da construção civil.

Não estou á espera que hajam demissões ou que os políticos assumam as responsabilidades pelos seus erros, mas espero sim que se retirem da vida política e vão fazer outra coisa menos danosa para o seu país quando acabarem a legislatura.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Gamanço dos gravadores



Correndo o risco de ser repetitivo, não queria deixar passar esta oportunidade para ver um vigarista a se imolar em fogo para a televisão. É giro de se ver, e de alguma forma libertador. Tenho assistido de perto ao percurso deste senhor nos ultimos tempos, e é das figuras mais cínicas, mais demagógicas e caricatas do triste circo em que se tornou a política em portugal.

Convosco deixo-vos o Dr. Ricardo Rodrigues, advogado por formação, deputado por profissão e larápio por vocação.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Chão

Hoje queria poder comprar-te um vestido bonito, oferecer-te um enorme ramo de rosas e convidar-te para jantar no restaurante mais chique da cidade. Queria poder dizer pessoalmente que és a melhor mãe do mundo e sentir nos teus olhos, que tens orgulho em mim...

Um beijo mamã, tenho muitas saudades tuas