quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Carlos Paião

Não sei bem porquê, mas lembrei-me hoje deste gajo. Morreu em 1988, tinha na altura apenas 30 anos. Escrevia músicas que se fartava, e na altura eram das melhores coisinhas que andavam cá no burgo. Desde criança que eu ouvia a música dele, aliás, lembro-me perfeitamente de estar a brincar com os meus legos e a ouvir a minha mãe a cantar "playback" alternando de vez em quando com "quando a cabeça não tem juízo, o corpo é que paga" do Variações (esta última principalmente quando eu me portava mal e apanhava uns tabefes, muito a propósito). Duas das minhas canções favoritas dele são a "Pó de arroz" e "Cinderela".

Espetou-se numa carrinha datsun contra um camião na estrada nacional 1 quando voltava de um espetáculo e lá ficou. Foi pena, 20 anos depois ainda deixa saudades.

Acho que era ideia a maltinha cá da terra pegar nas músicas do homem e fazer versões novas, tal como fizeram (e muito bem) ás músicas do variações. Fica a ideia. Aquele maluco das raizes quadradas de somas subtraídas até podia pegar nisso, hein!? O homem até é parecido...



** Esperemos que o tony carreira não se lembre de "escrever" estas músicas...

1 comentário:

Anónimo disse...

um dia hás-d-me explicar o ke k tens contra o tony... cá pra mim isso é só inveja desse homem charmoso...ahahaha

jessy***